sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Promete mas não entrega

Eu não acho que uma pessoa faça a banda, mas existem casos claros que o afastamento ou a perda de ao menos um elemento acaba com o projeto. Foi assim com Led Zeppelin sem John Bonham, com o The Doors sem Jim Morrison e com os Beatles, as carreiras solos não chegavam aos pés do que a banda fazia.

Tive esperança com o trabalho do Queen com o Paul Rodgers, fui ouvir confiando muito nos integrantes da banda e principalmente em Brian May, pois seus solos traziam muito da velha rainha. E no fim é como o título deste post, promete mas não entrega.

Não é ruim, mas não é Queen. Não tem nenhuma música como aquelas marcantes, que empolgam e ficam na sua mente de forma agradável por um longo tempo.

No fim, dentre várias músicas que poderiam ser melhores, C-Lebrity é a que mais se apróxima de nos lembrar daqueles tempos.





4 comentários:

Adriano Queiroz disse...

Realmente, Legião Urbana tb.

Temos vários exemplos. Acho que às vezes até grupos de amigos é assim, se um sai, já era.

Abraços.

Eduardo Pinho disse...

De fato, não chega aos pés do que já foi. Mas não por isso... Muitas bandas retornam a formação original, sem perda de membros, e nada mais são, no presente momento, do que covers do que já foram.

Edu disse...

Concordo plenamente. Tem bandas que se perderem o vocalista, deixam de ser aquela banda.

É cruel, mas é verdade, basta ver os exemplos citados no post.

Ock-Tock disse...

Não tenho nada contra em Brian May e Roger Taylor se juntarem ao Paul Rodgers e fazerem músicas novas, mas... Precisava meter o nome do Queen (mesmo que tenha o "+Paul Rodgers" em letras miúdas)? Além de manchar a obra da banda, é praticamente propaganda enganosa! Podiam, pelo menos, colocar outro nome, chamarem-se por um nome diferente, mostrar desde o começo que trata-se de outro projeto, sem precisarem se apoiar na muleta do Queen... Ou precisam?