quinta-feira, 12 de março de 2009

Um novo espaço

Se você está procurando novas bandas ou quer divulgar o trabalho da sua, tem um novo projeto na web que pode te ajudar, o BandCamp. Um local onde as bandas podem disponibilizar seu repertório, definir os valores para download de cada música ou do álbum e ainda disponibilizar para ouvir via streaming.

Foi através dele que descobri este trabalho sofrido e muito bom de The Antlers. Fica aqui a dica, só senti falta de uma ferramenta de busca ou uma forma de indexação do conteúdo, nem que seja por estilo.

Atenção gravadoras, vocês estão a ponto de ter mais um adversário em uma de suas funções, distribuição está cada vez mais fácil. Reinventem-se.

E o melhor de tudo é que não é mais uma "social media" musical, já estamos muito bem servidos com as que temos.


Bandcamp Screencast from Ethan Diamond on Vimeo.


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Neste mesmo dia, em outro ano:

quarta-feira, 11 de março de 2009

Trabalho, muito trabalho

Esclarecimento: Sei que uma das resoluções que fiz de ano novo foi manter as atualizações deste blog e nos últimos meses isto tem vacilado bastante. Isto está acontecendo por causa de uma carga de trabalho muito grande que peguei antes do carnaval e logo depois, agora o ritmo está voltando ao normal e assim espero que as atualizações também. Escrever por aqui me faz bem.

De qualquer forma, você pode ver o que ando fazendo (também um pouco desatualizado) pelo meu portfólio.

terça-feira, 10 de março de 2009

Síndrome do Canivete Suíço - parte I

Este post é o primeiro para falar sobre as relações que temos com determinadas mídias hoje em dia. Tenho pensado nisto e percebido como as coisas mudaram gerando uma síndrome do canivete suíço.

Atualmente queremos fazer e vivenciar um pouco de tudo. Similar à famosa ferramenta importada dos alpes.

Neste primeiro momento, se você estava vivo nos anos 80 e início dos 90 e já era uma cabeça pensante, tente lembrar-se de como eram as suas relações com alguns elementos e mídias.

A televisão tinha somente aqueles canais, nem fechados ou abertos. Em uma parte dos anos 80 nem controle remoto existia. Então vamos lá, com poucos canais e poucas opções pra assistir a forma como as programações eram montadas afetavam a nossa relação com a televisão. A grade era construída pensando na fidelização do telespectador e sem o controle remoto os intervalos comerciais eram usadas para ir ao banheiro, conversar ou ainda fazer a pipoca para acompanhar a Tela Quente.

Falando sobre Tela Quente, muita coisa realmente foi inédita no programa. Se você não tinha assistido a um filme no cinema, tinha que esperar quase um ano para chegar às locadoras ou à programação das emissoras, mesmo que fosse em um Corujão para os filmes mais tenebrosos ou picantes (que em termos de produção estes temas poderiam estar juntos). Isto era a TV com Silvio Santos, Cid Moreira, Xuxa na parte da manhã e novelas, apenas 4 novelas, que eram as três da Rede Globo e mais tarde uma da TV Manchete.

As relações pessoais também eram tão diferentes. Para falar com um amigo você ligava para a casa dele e deixava um recado caso ele não estivesse. Se o encontrasse, a classe-média, através de suas matriarcas ou patriarcas contavam os minutos da ligação - até hoje os meus pais se preocupam com o tempo do papo quando ligo para eles, mesmo que eu tenha um plano de telefone especial e pague o mesmo para local ou DDD.

Se a única forma de encontrar o seu amigo era através dos telefones fixos, lembre como eram marcados os encontros. Sempre em determinado horário e local exatos e ainda existia a espera, que gerava xingamentos se fosse aguardando o camarada ou uma boa ansiedade enquanto a "mulherzinha que estava pegando" se aproximava. Li muitos livros esperando a minha namorada, antes de virar esposa. Depois vieram os pagers para começar a mudar este cenário.

Já a música - a trilha sonora da vida era menos presente. Para ouvir as suas músicas você precisava de um Walkman ou um Discman, que tocavam respectivamente fita k-7 ou CD. E os Discman eram uma porcaria, pulavam por qualquer motivo. Mesmo depois do meu primeiro, mantive o Walkman, que exigia o acompanhamento de pilhas e muitas K-7s na mochila.

Para ouvir sons novos eram feitas sessões nas casas dos amigos, atrás dos bolachões de vinil ou já dos CDs, mas estes últimos eram caros, muito caros (isto não mudou). E quando se ouvia algo de que realmente se gostava o jeito era levar a tal da K-7 e gravar álbuns ou fazer as clássicas coletâneas, o que deu origem a uma famosa banda entre os amigos, Diver SOS (desculpa, piada interna).

Outra forma de conhecer material novo era através das rádios, o que te obrigava a prestar atenção no que estava acontecendo na programação. Caso você quisesse gravar algo, tinha que correr e apertar o rec do seu "micro system" ou "três em um" a tempo de não perder muita coisa. As rádios também tinham ouvintes muito definidos, eu era um clássico fã da Fluminense FM. Com tanta dificuldade de encontrar música nova, não era incomum as pessoas ouvirem sempre a mesma coisa.

Agora fique com esta nostalgia ou com um sentimento estranho se você não viveu nada disto, e pense em como você se relacionava com estes elementos ou como se relaciona hoje em dia.

Neste mesmo dia, em outro ano:

domingo, 8 de março de 2009

Máquina do Tempo #023: Iron Maiden!


Up Irons! É isto mesmo! A nossa primeira edição especial sobre um único artista ou banda é para um dos senhores do Metal, IRON MAIDEN. Para comemorar a sua oitava visita ao Brasil fizemos uma seleção de algumas de suas músicas, tentando separar por tema e falamos bastante sobre alguns detalhes de sua história.

Quanto tempo tem esta edição?
A maior edição até o momento, mais do que merecida.

O que eu vou ouvir?
Iron Maiden.

Promoção Espalhe a Palavra
E os três pregadores da Palavra do Rock foram: Claudia Simas, Felipe Fernandes e Anderson Nascimento. Por motivos técnicos não foi possível fazer a gravação da conclusão da promoção, mas no próximo programa iremos relembrar! Obrigado por terem espalhado a Palavra do Rock.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip.

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#022: Mulheres)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino.
  • You Know I'm no Good, Amy Winehouse (Back to Black);
  • Down on Me, Janis Joplin (Big Brother and The Holding Company) ;
  • Partido Alto, Cássia Eller (Acústico MTV);
  • My Favorite Game, The Cardigans (Gran Turismo);
  • Connection, Elastica (Elastica);
  • The Dinosaur Slipper Man, Bel Canto (Rush);
  • Freaks in Uniforms, HorrorPops (Bring it On);
  • Just a Girl, No Doubt (Tragic Kingdom);
  • Hot Kiss, Juliette and the Licks (Four on the Floor);
  • Come Rain or Come Shine, Billie Holiday;
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terça-feira, 3 de março de 2009

Estamos mais próximos do fim das mídias?


Esta imagem acima eu vi em um comentário no RapaduraCast feito pelo Jurandir Filho. E é isto mesmo que você está vendo. A Fox está fazendo uma versão muito econômica de alguns de seus filmes, embaladas em saco plástico só com uma impressão em offset da capa do longa. Vejo dois lados nesta moeda.

O primeiro é que é uma boa saída na luta contra a pirataria, afinal de contas o custo vai cair tanto a ponto de ser mais barato do que a versão pirata e ainda por cima você tem uma original em mãos. Além é claro de deixar o DVD mais acessível para as classes menos abastadas deste país.

O outro lado que observo é que a mídia vem perdendo o seu valor, ou seja, não se investe mais em versões especiais com embalagens tão bonitas, mesmo as boxes já possuem versões mais baratinhas. Isto é mais um movimento natural? Afinal de contas os novos recursos estão dispensando as mídias.

Por exemplo, de acordo com um amigo (Fasa) e feliz proprietário de um PS3, lá nos Estados Unidos você pode comprar ou alugar um filme, programa de TV ou jogo pela Playstation Store e fazer download para o seu console. Nem preciso falar sobre Apple TV, né?

Próximo passo, com os celulares e conexão 3G, não é impossível existir um serviço em que o usuário compre determinada música e tenha direito de ouvi-la sem precisar ter a cópia do arquivo no seu aparelho, ouvir via streaming. Comprar? Já não existe o Last.fm e o Blip.fm que permitem ouvir de graça? Mas não estou falando disto de novo, estou falando do fim da mídia.

A questão que levanto é, se tudo indica que o futuro é o conteúdo sobre demanda, porque tanto investimento no BlueRay? Por favor, se você souber, me explica? Esta eu ainda não pesquei.

Por fim, já começo a visualizar um momento que a minha coleção de DVD irá para uma caixa e depois será doada. Exatamente como aconteceu com as minhas fitas VHS.

E você, ainda compra DVD ou CD?

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Máquina do Tempo #022: Mulheres


Bem-vindas passageiras desta Máquina do Tempo! Isto mesmo, esta edição especial é para vocês, em homenagem ao seu dia eu e o Ock-Tock fizemos uma seleção de algumas das mulheres do Rock e vamos mostrar toda a força que estas damas tem neste cenário. Espero que gostem deste pequeno presente.

Quanto tempo tem esta edição?
Esta edição ficou com um pouco mais de 59 minutos, elas mereciam mais.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos Cassia Eller, Bel Canto, Juliette and the Licks e outras.

Promoção Espalhe a Palavra: Seja mais um dos três ganhadores do livro Almanaque do Rock da Ediouro, escrito pelo Kid Vinil (um apoio da Ediouro Livros).

Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (53 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#021: 1963)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino.
  • Twist and Shout, Beatles (Please Please Me);
  • Hitch Hike, Marvin Gaye (Stubborn Kind of Fellow);
  • Tenor Man (What a Party), Bill Haley;
  • Surfin' Bird, The Trashmen (Surfin' Bird);
  • The Wedge, Dick Dale (Checkered Flag);
  • Louie, Louie, The Kingsmen (The Kingsmen In Person);
  • Down Hearted Blues, Ella Fitzgerald (These are the Blues);
  • That Lucky Old Sun, Ray Charles (Ingredients in a Recipe for Soul);
  • Blowin'in the wind, Bob Dylan (The Freewheelin' Bob Dylan);
  • Don't Play me Cheap, Ike and Tina Turner (Don't Play me Cheap);
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Battlestar Galactica


Vamos por partes. Primeiro de tudo, esqueça tudo que você já tenha visto em relação a série da década de 70. Isto é outra coisa, com o mesmo nome. Depois considere que a parte ficção cientifica é apenas pano de fundo para uma história muito além das naves espaciais e traquitandas eletrônicas.

Galactica é a história do fim da humanidade, a última tentativa de sobrevivência e sua luta a cada dia por uma nova chance. É claro que o algoz da raça humana é a sua própria criação, os Cylons, inteligência artificial que se rebela contra seus criadores.

Além de ter um elenco, como por exemplo Edward James Olmos (Blade Runner), que vai melhorando a cada temporada (atualmente está na quarta e última), ela consegue representar muito bem toda a parte de degradação dos equipamentos, das pessoas, dos recursos e da esperança dos sobreviventes. Isto sem deixar de levantar questões religiosas e filosóficas.

Toda história é dividida em partes, abre com uma mini-série, depois duas temporadas, um longa metragem e por fim as duas últimas temporadas. Também está em pós-produção outro longa, uma nova série no mesmo cenário e "websódios".

Assista tudo, é uma das melhores coisas que vi em 2008.




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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Máquina do Tempo #021: 1963


Bem-vindos passageiros desta Máquina do Tempo, o podcast mais viajante que você já ouviu. Prepare-se para uma viagem até o ano de 1963, berço de muita coisa como o selo Motown e estilos tal qual a Surf Music.

Quanto tempo tem esta edição?
Mais ou menos como os outros programas, em torno de 60 minutos.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos Marvin Gaye, Dick Dale, Ray Charles e outros.

Promoção Espalhe a Palavra: Seja mais um dos três ganhadores do livro Almanaque do Rock da Ediouro, escrito pelo Kid Vinil (um apoio da Ediouro Livros).

Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip.

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#020: 2004)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Monstros copiadores

Neste último final de semana passei na Tok & Stok para comprar uma cadeira nova para o meu escritório, a anterior, na qual optei em economizar, simplesmente não aguentou.

Qual foi a minha surpresa em perceber uma linha de produtos infantis de monstros. O problema não é fazer algo assim, o problema é que estes monstros estão lembrando demais os personagens e funcionários da Monstros S.A., animação da Disney/Pixar.

Eu como designer teria vergonha de apresentar este produto, se o cliente desse a ordem de executar, provavelmente eu perderia o trabalho e por fim a Tok & Stok não é uma lojinha da esquina, ela poderia entrar em contato com a Disney Brasil e pagar os direitos de uso destes personagens e não ter que passar pela vergonha de apresentar um Mike Wazowski sem braços.

Vergonha destas empresas que deveriam dar o exemplo.

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Máquina do Tempo #020: 2004


Bem-vindos passageiros desta Máquina do Tempo, o podcast mais viajante que você já ouviu. Nesta edição vamos fazer uma viagem curta até o ano de 2004, relembrar o que estávamos fazendo naqueles dias e curtir bons sons. Espero que vocês aproveitem.

Quanto tempo tem esta edição?
Um pouco mais do que 64 minutos.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos Arcade Fire, Franz Ferdinand, Death from Above 1979 e outros.

Promoção Espalhe a Palavra: Seja mais um dos três ganhadores do livro Almanaque do Rock da Ediouro, escrito pelo Kid Vinil (um apoio da Ediouro Livros).

Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (58 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#019: Covers)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino.
  • Jailhouse Rock, Black Crowes;
  • All Along The Watchtower, Jimi Hendrix (Electic Ladyland);
  • Come Together, Aerosmith (Sargent Peppers Lonely Heart Club Band Soundtrack);
  • What a Wonderful World, Joey Ramone (Don’t Worry About Me);
  • Smooth Criminal, Alien Ant Farm (ANThology);
  • Summertime Blues, Rush (Feedback);
  • War Pigs, Faith no More (Nativity in Black - A Tribute to Black Sabbath);
  • Remember Tomorrow, Metallica (Maiden Heaven);
  • London, Anthrax (Airheads);
  • Johnny Quest/Stop The Pigeon, Reverend Horton Heat (Saturday Morning Cartoon's Greatest Hits);
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Do sofá para 5 km

Chega desta vida sedentária. Uma das promessas que fiz para 2009 foi começar a fazer uma atividade física ao menos 3 vezes por semana. E por sorte um amigo estava começando a pesquisar e se interessar no projeto C25K. Do sofá para 5 km em nove semanas.

É simples, a cada semana é um passo do programa que vai preparando o seu corpo para conseguir correr 5 km integralmente. Começa devagar, com você fazendo 60 segundos correndo contra 90 segundos andando, depois esta proporção muda até ficar só a corrida.

Alguns DJs chegaram a preparar podcasts bem interessantes que marcam o ritmo da sua corrida, por semana. Então fica fácil, muito fácil acompanhar o programa.

Estou na terceira semana e garanto que é bem legal. Primeiro porque os efeitos de sair do sofá são claros, nos primeiros dias são dores e depois uma grande melhora na disposição física.

É claro que ninguém deve fazer isto de orelhada, é bom conversar antes com um médico e ter certeza que você está bem para qualquer atividade física. Eu fiz isto no ano passado, a muito tempo atrás, e estou meio que na orelhada e meio que na consciência. Mas se eu não começasse agora, a janela passava e não faria mais.

Bom, daqui a seis semanas volto a falar sobre isto e vejamos funciona mesmo.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

E os pais se reuniram

Na semana passada teve a primeira reunião dos pais da escola do Theo. Todos pais de alunos do Maternal I, normalmente este é o primeiro contato com colégio ou atividades coletivas, poucos vieram de creche e então pude perceber algumas coisas.

A sala estava dividida, todas as mães foram, mas somente metade dos pais apareceram. Um amigo do prédio, pai de outra criança com menos de três anos e já com experiência de creche, me contou que com o tempo a presença dos pais vai caindo e o território fica realmente só das mães.

Sobre as mães, pude observar todas as caricaturas. Estava lá a mãe histérica, que não cansava de falar da sua experiência anterior com o filho mais velho e que já conhecia tudo e sabia de tudo. Mas a contra ponto tinha a neurótica e seus surtos de controle, voz imposta e tentando definir até mesmo o que e como as crianças irão comer. E por fim, a caricatura da assustada, inexperiente e paranóica, em que tudo que era dito a fazia arregalar mais os olhos.

O primeiro ano de escola do Theo promete e este mundo das mães é mundo estranho.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Máquina do Tempo #019: Covers


Alô passageiros desta Máquina do Tempo, o podcast mais viajante que você já ouviu. Nesta edição resolvemos ficar pulando pelos anos em busca de versões de grandes clássicos feitos por outras bandas. Espero que curtam.

Quanto tempo tem esta edição?
Quase 69 minutos.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos Jimi Hendrix, Joey Ramone, Alient Ant Farm e outros clássicos.

Promoção Espalhe a Palavra: Seja mais um dos três ganhadores do livro Almanaque do Rock da Ediouro, escrito pelo Kid Vinil (um apoio da Ediouro Livros).

Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (62 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#018: 1986)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino (* abaixo de 20 reais!!!).
  • Bizarre Love Triangle, New Order (Brotherhood);
  • Bigmouth Strikes Again, The Smiths (The Queen is Dead) *;
  • Sledgehammer, Peter Gabriel (So);
  • Índios, Legião Urbana (Dois) *;
  • Envelheço na Cidade, Ira! (Vivendo e Não Aprendendo);
  • Porrada, Titãs (Cabeça Dinossauro) *;
  • Wasted Years, Iron Maiden (Somewhere in Time) *;
  • Something to believe in, Ramones (Animal Boy);
  • Fight for your right, Beastie Boys (Licensed to Ill);
  • Take this job and Shove it, Dead Kennedys (Bedtime for Democracy);
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A guerra contra a pirataria

A luta contra a pirataria continua e cada vez mais parece que falta muito talento diplomatico para que isto não seja uma guerra.

O episódio desta semana começou com uma ação do APCM (sempre esqueço o que significa esta sigla, mas é a organização anti-pirataria do nosso país) contra o site Legendas.tv. Um pedido da organização fez com que o site que disponibiliza legendas para download fosse tirado do ar.

Isto talvez faça sentido na cabeça de alguém que não pense realmente em resolver o problema, pois é claro que quem faz download de séries e filmes recorre a estas legendas, mas fazer a legenda e disponibilizar on-line não é crime e muito menos pirataria, é um serviço que não agride nenhuma lei (até onde eu sei).

Agora, por outro lado, misteriosamente ontem o site da APCM apareceu com um alerta dizendo "Viva o Download" e quando o usuário clicava em "ok" era redirecionado para o site mais popular de downloads de Torrent. E hoje, na parte da manhã, o site estava fora do ar.

Por isto digo que falta diplomacia, os dois grupos precisam sentar e dialogar, buscar outros caminhos que reduzam o incentivo a pirataria, como por exemplo os preços dos CDs, DVDs e entrada para o cinema, que no nosso país são abusivos. Outra possibilidade é fornecer serviços que valorizem o uso do original e demonstrem que com a versão pirata o consumidor está perdendo algo.

Para esta luta tenha um outro caminho, as pessoas envolvidas terão que pensar fora da caixa e buscar novos caminhos. Por exemplo, achei muito interessante a ação do ECAD em conjunto com a ABPOD (Associação Brasileira de Podcasters) definiram um valor mensal para que os podcasters estejam de acordo com os direitos autorais. Isto é resultado de diplomacia e inteligência.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Máquina do Tempo #018: 1986


Bem-vindos passageiros desta Máquina do Tempo. Eu e o Ock-Tock apontamos o capacitador de fluxo para o nostálgico ano de 1986. Espero que curtem bastante.

Quanto tempo tem esta edição?
Um ano marcante em apenas 62 minutos.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos The Smiths, Legião Urbana, Beastie Boys e outros clássicos.

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Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (56 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#017: 1975)?
Use o link do álbum para comprá-lo pelo Submarino.

  • Toys In The Attic, Aerosmith (Toys In The Attic);
  • Young American, David Bowie (Young American);
  • County House Shuffle, Dixie Dregs (The Great Spectacular);
  • Bohemian Rapsody, Queen (A Night at the Opera);
  • Have a Cigar, Pink Floyd (Wish You Were Here);
  • Muffin Man, Frank Zappa (Bongo Fury);
  • Fly by Night, Rush (Fly by Night);
  • Pinball Wizard, The Who (Tommy);
  • Meet Me in the Morning, Bob Dylan (Blood On The Tracks);
  • Rock do Diabo, Raul Seixas (Novo Aeon);
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Barcelona guiada

Como um único filme consegue fazer toda a minha opinião sobre a histeria neurótica de Woody Allen, a falta de tempero de Scarlett Johansson e a chatice de Penelope Cruz mude quase que radicalmente? Foi exatamente isto que aconteceu com Vicky Cristina Barcelona.

Assim como Mike Nichols fez em Closer, Woody Allen fala sobre relacionamentos, desejos e castrações de uma forma natural, direta e totalmente humana. Isto tudo tendo como pano de fundo o belíssimo cenário de Barcelona, sua música e cores.

Um filme inteligente, sensível e muito bom de se ver. Pensei que nunca iria dizer isto, mas obrigado Woody Allen.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Máquina do Tempo #017: 1975


Passageiros desta Máquina do Tempo, nesta edição vamos até o ano de 1975. O meio da década insana dos anos 70, com muitas misturas e mudanças acontecendo. Um pouco de hard rock, outro tanto influenciado por soul, folk, progressivo e tanto mais. Curtam e espalhem a palavra.

Quanto tempo tem esta edição?
Uma viagem até 1975 em um pouco mais de 69 minutos? Moleza.

O que eu vou ouvir?
Nesta edição temos Dixie Dregs, Frank Zappa, The Who e outros clássicos.

Promoção Espalhe a Palavra: Seja mais um dos três ganhadores do livro Almanaque do Rock da Ediouro, escrito pelo Kid Vinil (um apoio da Ediouro Livros).

Para participar basta apresentar o Máquina do Tempo para seus amigos e pedir que eles enviem um e-mail para maquina.podcast@gmail.com dizendo que foram apresentados por você, com o seu nome e e-mail. Os três que espalhar a palavra mais longe vão levar uma edição do Almanaque do Rock. O resultado será anunciado no dia 09 de março de 2009 e serão contados todos os e-mails enviados até o dia 05 de março de 2009.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:

Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (66 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#016: Rock in Rio II)?
Use o link da música para compra-la pela Amazon.com, custa em média de US$ 0,99 . Ou o link do disco para ter o álbum inteiro, via Submarino.
  • Kiss, Prince (Parade);
  • Soul Sacrifice, Santana (Santana);
  • O Papa é Pop, Engenheiros do Hawaii (O Papa é Pop);
  • You Could be Mine, Guns n' Roses (Use Your Illusion II);
  • Epic, Faith no More (The Real Thing);
  • Polícia, Titãs (Cabeça Dinossauro);
  • Painkiller, Judas Priest (Painkiller);
  • Empire, Queensryche (Empire);
  • Tornado of Souls, Megadeth (Rust in Peace);
  • Vida Louca Vida, Lobão (Vida Bandida);
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

E aqui estamos, perdidos novamente.

Começou a penúltima temporada da bem sucedida série Lost. Agora as coisas estão mais claras, com menos mistérios e o que toma conta é a adrenalina.

As tramas entre os personagens aumentaram, o que nos mostra o que é uma evolução bem integrada após quatro anos de histórias com muito vai e volta, flashbacks e reviravoltas de questões morais, bem diferente do que tem acontecido com Heroes.

Agora algumas questões gerais, não estamos apenas falando de viagem no tempo, e sim de soluços temporais, descontrolados. Chega a estar difícil manter uma referência temporal sobre quando cada história está passando.

Sobre os personagens, Locke mesmo morto é o cara, Desmond continua sendo um dos melhores personagens da trama, Faraday está fazendo valer o seu papel, Charlotte não convence, Hurley garante o seu papel de personagem mais gente boa e Jack o seu de cagão-de-pau número um, ele não acerta uma.

Acesse também:
Neste mesmo dia, em outro ano:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Rapidinhas sobre filmes

Cada vez fico mais fã do pessoal do Cinema com Rapadura, portal sobre cinema feito por pessoas que curtem muito mais ser público do que ser crítico e conhecer do assunto. Agora eles lançaram um serviço novo que é o Miniview, onde são inseridas críticas com até 50 palavras sobre os filmes, o primeiro comentário é feito por um editor do site e depois todos os leitores podem fazer o seu, seguindo as mesmas regras e sem precisar de cadastro.

Eu fiquei completamente viciado, já fiz mais de 30 comentários sobre filmes que gostei ou desgostei e com isto descobri que o cuidado deles ainda vai além, todo o material publicado pelos leitores é revisado, de forma que erros de português são corrigidos (agradeço) e comentários que não são críticas, bloqueados.

Nota dez para esta galera que além de fazer o melhor podcast sobre cinema, não param de surpreender.

Acesse também:

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Big Brother Brasil, agora com muvuca!

Nova edição do programa noturno de verão, Big Brother Brasil. A Globo sempre tenta renovar e mexer para que a próxima se pareça o menos possível com a anterior, mas...

Sempre tem uma miss-alguma-coisa-que-não-vale-muito, um dito heterosexual que tem insinuações de homosexualismo, uma pretensa gostosona que irá entrar na casa de um jeito e sair de outro.

O problema é que desta vez tem mais de um de cada destes elementos e ainda por cima os três foram parar no primeiro paredão. Este paredão, que será resolvido hoje, tem um cara que não consegue se explicar muito bem sobre "maximize-se" e "minimize-se", a miss recatada e a mulher-melância-pocahontas. Isto é tudo que consigo falar sobre eles, sabe por que? Tem uma muvuca na casa, dividida em três ambientes!

Pô, Rede Globo, assim fica difícil saber quem das "novas celebridades" é quem. É muita estrela e personalidade forte ao mesmo tempo. Ainda assim chuto que o Miximiliano vai rodar, afinal o povo não vai chutar a Sandy e com certeza quer ver como acaba a história da melância que foi engolida pela Pocahontas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Máquina do Tempo #016: Rock in Rio II


Atenção passageiros desta Máquina do Tempo! Nosso destino agora é o Rock in Rio II, em 1991. Festival que aconteceu em janeiro deste ano, no Maracanã. Fizemos uma seleção das bandas que se apresentaram e colaboraram em criar mais um marco do Rock no Brasil.

Quanto tempo tem esta edição?
Um pouco mais de 68 minutos não é muito, né? Ainda mais com bloopers.

O que eu vou ouvir?
Dentre tantas apresentações escolhemos Santana, Faith no More, Guns n' Roses e Megadeth.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:
Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (65 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#015: 1998)?
Use o link da música para compra-la pela Amazon.com, custa em média de US$ 0,99 . Ou o link do disco para ter o álbum inteiro, via Submarino.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Nostalgia com pipoca

Ontem eu estava procurando o que assistir na TV, quando passo pela Band e vejo um trecho do filme Sexo, Rock e Confusão - Empire Records. Este filme não tem nada demais, é uma comédia sobre os jovens funcionários de uma loja de discos.

Quero dizer, tem algo demais sim. Liv Tyler (O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel) e Renée Zellweger (Chicago) logo no começo des suas carreiras. Assim como outros atores que até então eram meros adolescentes.

Mas o importante não é isto, eu parei para ficar assistindo porque fui pego por um golpe de nostalgia tão grande que me levou exatamente a 12 anos atrás , quando vi pela primeira vez com alguns dos melhores amigos que a vida me deu. Na época nos divertimos tanto com esta comédia inocente que na mesma madrugada resolvemos ver de novo. Cinema é assim, mexe com sensações naquele momento e alguns filmes criam um elo inquebrável com você.

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Neste mesmo dia, em outro ano:

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Supremos

Antes de tudo uns fatos: eu não tenho mais paciência para quadrinhos de heróis, tornou-se muito repetitivo, sempre preferi as histórias da DC do que as feitas pela Marvel e sempre, sempre mesmo detestei o Capitão América.

Agora sim, falo de Supremos. A surpresa que está fazendo eu me interessar pelos personagens da Marvel Comics. As duas primeiras edições mudam completamente alguns dos personagens mais chatos do universo e tem roteiro de Mark Millar, um cara que eu respeito demais.

O primeiro e principal , Capitão América está muito mais para um soldado que lutou na segunda guerra, completamente anacrônico, do que um escoteiro que se veste de bandeira.

Hulk, a história que pra mim só tinha dado certo no antigo seriado de TV agora ganha mais força e densidade, ainda é a história de alguém que quando fica bravo acaba crescendo e esverdeando, mas existem detalhes que não posso comentar, se não é spoiler.

Homem-de-Ferro, sempre me perguntei o motivo deste personagem existir. Está aí a resposta. Um multi-milionário cachaceiro que cria uma armadura para lutar contra os vilões. Ainda sem pé nem cabeça, mas um pouco mais verossímel.

E o Thor, hein? Que chatice era ele. Até o momento em que o mesmo é visto por todos como um hippie ativista e insano, insano mesmo, dos que precisam de tratamento psiquiátrico por causa de suas ilusões.

No fim é isto. A Marvel ainda insiste em tramas espacias e côsmicas gigantescas, mas nas mãos de Millar isto fica bem como pano de fundo. Recomendo.

Neste mesmo dia, em outro ano:

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Band of Brothers, o livro


No momento estou lendo um dos presentes que ganhei de aniversário, o livro Band of Brothers: Companhia de Heróis, de Stephen E. Ambrose. Este livro serviu de base para a série da HBO, a qual já comentei por aqui, mas a parte boa da leitura é que trás algumas informações a mais, como por exemplo algumas estratégias usadas pelos alemães para a defesa e tentativa de retomada dos pontos perdidos para a Companhia E, os paraquedistas americanos que fizeram história. Homer, obrigado pelo presente.

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  • O post que eu tinha feito sobre a série;
Neste mesmo dia, em outro ano:

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Máquina do Tempo #015: 1998


Apertem os cintos passageiros desta Máquina do Tempo! Nesta edição temos mais um convidado especial, o Mário Araújo que além de escolher o ano, selecionou praticamente todas as músicas que tocaram e mostrou que sabia do que estava falando.

Quanto tempo tem esta edição?
Esta edição ficou com um pouco mais de 67 minutos.

O que eu vou ouvir?
Rolou um som um pouco mais homogêneo com Korn, Beastie Boys, Queens of the Stone Age, The Offspring e Kiss.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:
Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (63 Mb).

Participe!
É só mandar um e-mail para maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#014: 1968)?
Use o link da música para compra-la pela Amazon.com, custa em média de US$ 0,99 . Ou o link do disco para ter o álbum inteiro, via Submarino.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Êta gentinha...

... chata que não dá o braço a torcer.

Depois da série Capitu, grande trabalho de produção, trilha sonora e tudo mais, eu pude perceber que tem um tipo de gente que não aceita determinadas coisas só para parecer "cool".

É aquela galera que falou mal da série só por ser uma produção da Globo. Se fosse HBO estaria elogiando, tenho certeza. Ou então teve gente que chegou a falar que estava querendo não gostar de Beirut só por que todo mundo passou a elogiar depois da abertura (ao menos achei louvável este depoimento, sincero).

Por favor, né? As pessoas realmente acham que a Globo faz produto ruim como novelas por que querem e gostam? Será que existe a fantasia que a equipe da Globo não é competente, mesmo que estes façam parte do maior veículo de comunicação do país? Só não fazem por ser muito arriscado, o certo é novela do Manoel Carlos com Regina Duarte e a personagem Helena.

E sim. Beirut é muito bom, não conhecia e agradeço Capitu por isto. Já ouvi tudo e isto merece um post a parte. Agora, Maysa é outro papo...

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Das opiniões pré-estabelecidas


Faço parte daquele grupo de pessoas que ficou tão indignado com a vitória de A Vida é Bela sobre Central do Brasil que eu nem quis ver o filme. Somou ao fato de eu ter achado Roberto Benigni muito exagerado e histérico.

Perdi muito com isto, recentemente eu vi o filme e embora a primeira hora seja cansativa por ver um Didi Mocó a italiana sem o carisma do velho Renato Aragão, a hora seguinte vale o filme. Uma mensagem belíssima, passada de forma simples e completamente envolvente. Eu também queria proteger o mundo de Giosué e, se fosse o meu filho, também daria minha vida para tal.

O mais importante é que o filme me ensinou a não dar ouvidos a estas opiniões pré-estabelecidas sobre as coisas. Se ainda não vi, não posso falar. Isto não quer dizer que eu precise ver tudo, mas ao menos assumir que não sei do que estou falando e não entrar em coros unanimes de dor de cotovelo. A Vida é Bela mereceu o seu Oscar.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Enquanto isto na Faixa de Gaza...


Independente de quem tenha começado, questões políticas, territoriais e tudo mais. Na minha opinião, o povo que mais sofreu com atrocidades feitas por outros homens não deveria ser o mais pacifista e sempre, sempre mesmo, buscar outros caminhos que não sejam os das armas? Sabe aquele ditado de "quando um não quer, dois não brigam"?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Máquina do Tempo #014: 1968


Olá passageiros desta Máquina do Tempo! Bem-vindos a este novo ano e vamos inaugurá-lo com uma viagem direta para o ano de 1968. Este programa foi gravado em total clima de resseca, em pleno dia primeiro de janeiro de 2009 e espero que vocês curtam muito.

Quanto tempo tem esta edição?
Com os bloopers (que tem participação especial) chegamos perto de 56 minutos.

O que eu vou ouvir?
Fica muito difícil falar da década de 60 sem tocar Beatles, Jimi Hendrix, Leonard Cohen e Dr. John.

Para ouvir on-line basta clicar no play aqui de baixo:


Ou faça download do arquivo:
Em formato .mp3 (128 kbps) ou em formato .zip (51 Mb).

Não deixe de fazer seus comentários, críticas ou sugestões. Queremos ouvir você para poder melhorar. Também podem mandar e-mail sugerindo novos anos, comentando episódios anteriores ou mesmo falando qual música deixamos passar, é só clicar aqui: maquina.podcast@gmail.com

Você também pode assinar o feed no seu iTunes.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#013: 2008)?
Use o link da música para compra-la pela Amazon.com, custa em média de US$ 0,99 . Ou o link do disco para ter o álbum inteiro, via Submarino.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Dois anos em meu lar doce lar


Hoje eu completo exatos dois anos trabalhando em casa. Esta foto aí em cima ilustra a minha estação de trabalho, a qual eu gosto muito e passo a maior parte dos meus dias. Acho que agora consigo rever algumas coisas que aprendi sobre este lance de "Home Office" e vida de "freelancer" a duras penas.

Horário é importante. Não é a minha primeira tentativa de trabalhar de forma autonoma, mas acho que a principal diferença é que desta vez eu defini um horário de trabalho, com pausa para almoço e outras atividades. Começo e termino todos os dias aproximadamente na mesma hora e isto me faz saber a hora de trabalhar, assim como a hora de parar (nestes anos virei noite no máximo umas três vezes e passei bem do horário outras três ou quatro - isto me satisfaz e MUITO).

Disciplina é vital. Não tenho chefe direto, eu mesmo acompanho minhas tarefas e raramente trabalho com outro profissional, isto parece ser uma grande liberdade, as aprendi que é vital ter disciplina de realização das tarefas. Como, quando e onde as coisas serão feitas. Detalhe, nunca fui muito disciplinado, aprendi na marra, então posso dizer que é possível.

Limpar a área. Nos primeiros meses eu apaguei todos os jogos do meu HD, depois do primeiro ano instalei o primeiro, desinstalei e somente agora, neste recesso que fiz no final de ano que voltei a jogar no computador. Ou seja, limpei a área ao meu redor de elementos que poderiam retirar o meu foco e quebrar com a disciplina forçada.

Estudar, conhecer pessoas e se movimentar. Uma das grandes vantagens de se trabalhar em uma agência é a troca de idéias, que algumas vezes acontece em um passeio no corredor. Isto em casa não existe e é muito fácil se isolar do mundo. Então precisei me esforçar muito para expandir este limite e conhecer trabalhos novos, pessoas novas e algumas que possam trocar idéias comigo. Ainda falta investir mais em cursos.

É trabalho em casa e não o contrário. Precisei deixar claro para todo mundo da casa que eu estou trabalhando, e isto inclui o Theo (que tem apenas dois anos e ainda assim precisa bater na porta para entrar no escritório). Isto não foi fácil e algumas vezes tive que ser um pouco desagradável.

Reservas e como pagar as contas. Na primeira parte desta questão ainda estou trabalhando, levantando reservas sólidas para qualquer imprevisto. Agora como pagar as contas foi mais fácil do que eu imaginava, a questão é você realizar trabalhos dentro de um modelo que te deixe confortável e gerando novos negócios.

Mais do que profissional. Aprendi que preciso ser mais profissional do que é esperado por alguém que esteja dentro de um escritório. Ser transparente, todos os meus clientes sabem que eu trabalho em casa (alguns até vieram aqui para reuniões). Mais pontual e claro com o que está acontecendo e mais uma vez retomar o lance do trabalho em casa e não o contrário. Para que todos saibam que existem horários e não estou disponível 24 horas por dia.

Depois destes dois anos sei que foi uma das melhores decisões profissionais que fiz na minha vida. Estou muito feliz, com capacidade de produção maior do que eu tive em agências e ainda por cima com tempo de viabilizar estudos e projetos pessoais. Não é fácil e não fica mais fácil com o tempo, mas vale muito a pena.