domingo, 27 de fevereiro de 2005

Nostalgia

Acabo de fechar a última página de Excalibur. Encerro a leitura com um incontrolável sentimento nostálgico das histórias contadas pelo Lorde Derfel Cadarn, que embora tenha se tornado um monge, ficou na minha memória como um dos maiores guerreiros da literatura.

Bernard Cornwell teve a capacidade de contar sua história de uma forma fluida e magistral, prendendo mais a atenção a cada página virada. Me levou mais próximo de seus personagens, me fez odiar e logo depois admirar, se não amar. E com todo esse ritmo imposto na história, o autor me fez jogar o livro e ficar andando feito um alucinado pela casa por três vezes. Entendia isso como um presságio.

As Crônicas de Artur são contadas através de três livros: O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur. Quem não leu, leia.

4 comentários:

Ock-Tock disse...

Muito boa pedida, meu velho! Mas esse será um livro que entrará na fila, pois tenho mais uma Lei de Murphy para estudar antes de começar a Jangada de Pedra, do Saramago, que está pedindo por atenção há um bom tempo. Depois eu roubo emprestado de vc.

[comentário originalmente realizado em 01.03.05]

disse...

Eu espero terminar HOJE de ler o Rei do Inverno!! Está cada vez melhor.

beijos!

[comentário originalmente realizado em 01.03.05]

Cris disse...

Oi Mano,

Os livros são foda mesmo, não dá pra falar outra coisa.

Aí está o endereço do novo blog.

beijins

[comentário originalmente realizado em 05.03.05]

Reginaldo Yeoman disse...

Putz eu gostei muito da trilogia de Artur. É uma pena que o filme não ficou nem nos pés da trama do livro.

Lorde Derfel é um puta personagem, mais interessante do que o próprio Artur. Mas o melhor ficou por conta da "releitura" de Lancelot. É uma das versões do cavaleiro que eu mais gosto, ficando atrás apenas de Jules Frutelle em Camelot 3000 e o Lancelot feioso de O Cavaleiro Imperfeito, do White. Duas leituras altamente recomendáveis!

[comentário originalmente realizado em 16.03.05]